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quinta-feira, 24 de novembro de 2011

Usar ou Não Usar Chupeta? E quando usá-la?

Repassando artigo... que recebi por e-mail.
Boa leitura!

Hoje vamos falar sobre a chupeta. Usar ou não usá-la? Ela é prejudicial? Até que idade ela é indicada?
Samira Bakhit Fakhory - fonoaudióloga
http://filhosecia.uol.com.br/2011/10/a-chupeta/

Aos 3 anos, toda a criança demonstra uma tendência ‘a sucção do polegar, época do desmame. Esse processo do desmame tem que ser gradual, e feito com muito cuidado, pois essa é a época de maior gravidade, porque a criança irá buscar algo substitutivo do amor e calor maternos.

Em geral as crianças abandonam a necessidade de sucção por volta de 3 a 4 anos.

Hoje, devido ao avanço da ciência, existem, a disposição no mercado, chupetas desenhadas fisiologicamente para todas as crianças durante a fase de amamentação e erupção dos dentes que, juntamente com o contato materno, possibilita que a freqüência dos hábitos prolongados de sucção dos dedos seja reduzida significativamente.

A sucção proporciona prazer e acalma o bebê. Alguns bebês, mesmo após a amamentação, ainda sentem necessidade de sugar. Neste caso é indicado que os pais ofereçam a chupeta ortodôntica aos seus filhos. No mercado há dois tipos de chupetas: convencionais e ortodônticas, de três tamanhos e de dois tipos de material (látex e silicone).

Procure dar preferência sempre a chupetas ortodônticas, do tamanho adequado para a idade do seu bebê. Este tipo de chupeta, diferentemente da convencional, é anatômica e, por isso, se amolda corretamente na boca do bebê. Devem ser trocadas frequentemente para que não se deforme o material e por motivos de higiene.

Caso isso ocorra, podemos observar que o bebê suga fortemente a chupeta até ter sua necessidade satisfeita, geralmente abandonando-a após este momento.

é muito importante que o adulto não reintroduza a chupeta na boca do bebê, porque, quando isto ocorre, este objeto deixa de ter sua função, tornando-se um hábito. A chupeta, nestes casos, permanecerá imóvel na boca do bebê, sem qualquer função.
é fundamental, também, que os pais não ofereçam a chupeta a qualquer sinal de desconforto do bebê, como forma de acalmá-lo. Ela não é e nem deve ser vista como um artefato que proporciona apoio emocional aos bebês, substituindo a atenção dos pais.

Deve-se evitar passar qualquer tipo de produto na chupeta antes de oferecê-la ao bebê e evitar pendurar objetos na chupeta, como fraldas e outras chupetas, pois o peso na mesma, durante a sucção, pode deformar a arcada dentária.

Aos dois anos de vida, aproximadamente, a chupeta deve ser evitada. Isso se deve ao fato de que, com dois anos, a criança já apresenta sua dentição decídua praticamente completa, possuindo condições de se alimentar de forma semelhante ao adulto. Além disso, após esta fase, qualquer objeto que permanecer na boca da criança poderá alterar suas estruturas orais.

A chupeta, neste momento, não tem função nenhuma, a não ser a de atrapalhar o alinhamento dos dentes, causar flacidez da musculatura facial, impedir a correta movimentação da língua durante a fala (pois, frequentemente, as crianças costumam falar com a chupeta na boca) e favorecer a presença de respiração bucal.

Quanto maior a duração, freqüência e intensidade com que a criança utilize os hábitos bucais ( chupeta, dedo, mamadeira ), maiores poderão ser essas alterações. Uma dica é quando o bebê adormecer com a chupeta e parar de sugar, os pais poderão retirá-la para que não fique parada na boca sem qualquer função, não criando, assim, um hábito desnecessário.

Quando a criança começar a ficar acordada por um tempo maior do dia, entretendo-se com as mãos, explorando brinquedos e começando a falar os primeiros sons, é conveniente não se usar a chupeta, deixando-a apenas para as situações de cansaço ou sono. Deste modo, espera-se que a chupeta seja, aos poucos, excluída da vida da criança.

quinta-feira, 3 de novembro de 2011

Primeiro dia de Intolerância a lactose - 28/10

Olá amigos internautas

Venho por meio desta registrar meu primeiro dia de
intolerância a lactose....28/10/2011 - sexta-feira.
Completando 17ª semanas de gravidez....
Descobrindo a causa dos meus desconfortos intestinais,...
Agora é só cuidar e não ingerir leite e derivados....
Heheheheh
E viva a saúde!
Abraços

quarta-feira, 26 de outubro de 2011

Uma Solução para o Autismo - Os Fundadores

Alerta - ANDADOR

Atenção grávidas de plantão ou mães em primeira gestão: 


ABAIXO O ANDADOR PARA BEBÊS! (...) Se obrigarmos a criança a andar antes do tempo, ela pisará errado, pois seu pé ainda é muito fraco para sustentar o peso de todo o corpo. Portanto, é necessário insistir no fato de que podem aparecer lesões, mais ou menos sérias, derivadas de uma deambulação forçada e prematura, como a rotação dos joelhos para dentro. Essas crianças cairão com freqüência sem saber proteger sua cabeça, tropeçarão nos próprios pés e farão com que eles batam com força contra o chão quando caminham ou correm. “DEFICIÊNCIAS MOTORAS: ASPECTOS EVOLUTIVOS E PSICOEDUCACIONAIS” TOMÁS DE ANDRÉS em em Necessidades Educacionais Específicas: Intervenção Psicoeducacional de GONZÁLEZ, E.

domingo, 25 de setembro de 2011

De Arnaldo Jabor - sobre RS

Pois é. O Brasil tem milhões de brasileiros que gastam sua energia distribuindo ressentimentos passivos. Olham o escândalo na televisão e exclamam ‘que horror’. Sabem do roubo do político e falam ‘que vergonha’. Vêem a fila de aposentados ao sol e comentam ‘que absurdo’. Assistem a uma quase pornografia no programa dominical de televisão e dizem ‘que baixaria’. ... Assustam-se com os ataques dos criminosos e choram ‘que medo’. E pronto! Pois acho que precisamos de uma transição ‘neste país’. Do ressentimento passivo à participação ativa. Pois recentemente estive em Porto Alegre,onde pude apreciar atitudes com as quais não estou acostumado, paulista/paulistano que sou. Um regionalismo que simplesmente não existe na São Paulo que, sendo de todos, não é de ninguém. No Rio Grande do Sul, palestrando num evento do Sindirádio, uma surpresa. Abriram com o Hino Nacional. Todos em pé, cantando. Em seguida, o apresentador anunciou o Hino do Estado do Rio Grande do Sul. Fiquei curioso. Como seria o hino? Começa a tocar e, para minha surpresa,todo mundo cantando a letra! ‘Como a aurora precursora do farol da divindade, foi o vinte de setembro o precursor da liberdade’. Em seguida um casal, sentado do meu lado, prepara um chimarrão. Com garrafa de água quente e tudo. E oferece aos que estão em volta. Durante o evento, a cuia passa de mão em mão, até para mim eles oferecem. E eu fico pasmo. Todos colocando a boca na bomba, mesmo pessoas que não se conhecem. Aquilo cria um espírito decomunidade ao qual eu, paulista,não estou acostumado. Desde que saí de Bauru,nos anos setenta, não sei mais o que é ‘comunidade’. Fiquei imaginando quem é que sabe cantar o hino de São Paulo. Aliás, você sabia que São Paulo tem hino? Pois é… Foi então que me deu um estalo. Sabe como é que os ‘ressentimentos passivos’ se transformarão em participação ativa? De onde virá o grito de ‘basta’ contra os escândalos, a corrupção e o deboche que tomaram conta do Brasil? De São Paulo é que não será. Esse grito exige consciência coletiva,algo que há muito não existe em São Paulo. Os paulistas perderam a capacidade de mobilização. Não têm mais interesse por sair às ruas contra a corrupção. São Paulo é um grande campo de refugiados,sem personalidade, sem cultura própria, sem ‘liga’. Cada um por si e o todo que se dane. E isso é até compreensível numa cidade com 12 milhões de habitantes. Penso que o grito – se vier – só poderá partir das comunidades que ainda têm essa ‘liga’. A mesma que eu vi em Porto Alegre. Algo me diz que mais uma vez os gaúchos é que levantarão a bandeira. Que buscarão em suas raízes a indignação que não se encontra mais em São Paulo. Que venham, pois. Com orgulho me juntarei a eles. De minha parte, eu acrescentaria, ainda: ‘…Sirvam nossas façanhas, de modelo a toda terra…’ Arnaldo Jabour

domingo, 18 de setembro de 2011

Filhos que manipulam os pais

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Que chato dizer “não” para o meu filho. Certamente você já deve ter seguido essa linha de raciocínio pelo menos uma vez na vida. Mas saiba que esse “não”, futuramente, pode ser uma tacada certeira para o decorrer da relação pai e filho.
O problema mora justamente aí. Muitos pais acham que dizer sim ou aceitar tudo que as crianças pedem irá compensar a ausência enquanto trabalham fora. Ou simplesmente porque dizer sim é mais fácil, estão cansados para escutar as reclamações e choradeiras dos pequenos. 
Aceitar tudo o que o querido de casa determina é a porta de entrada para uma má educação por parte dos pais. 
O reflexo disso é visto não tão somente dentro de casa, mas o falso autoritarismo da criança é transportado para o mundo externo, ou seja, à escola e também nas relações com outras crianças. É cada vez maior o número de queixas de professores em relação à indisciplina e à falta de limites de crianças, fruto de uma educação refém das normas e determinações do filho. 
O novo dono da casa - Com apenas três anos de idade já é possível detectar traços de dominação no ambiente familiar. Na base do condicionamento, ela vai se acostumando a executar determinadas ações que nem sempre são aconselháveis para uma boa formação educacional.
E isso é ruim para a criança, pois, sem saber, terá enorme dificuldade de convivência com os demais. Inicialmente, pelos pais permitirem tudo, a criança tende a não se sentir amada. Excesso de tolerância pode significar indiferença e falta de amor.
Conseqüentemente, esse ambiente centralizador gera insegurança e até mesmo agressividade no comportamento infantil. Já em um ambiente estranho, a criança terá grandes dificuldades para agir, pois não será a “dona do pedaço”, fazendo com que a insegurança e a agressividade se transformem em autodefesa.
Mostrar para a criança o que pode e o que não pode, fazendo com que reconheça sim e o não. Ficar bravo quando a criança faz algo errado e mostrar que ficou feliz quando acerta na sua atitude.
Não há como cuidar dos filhos “sob uma redoma” onde tudo é permitido. A sociedade vai cobrar limites e nem tudo que a criança quiser vai conseguir, assim sendo por toda a vida. Estabelecer limites e disciplina requer paciência e firmeza. 
Os pais precisam entender que poupar o filho de situações difíceis, super protegendo-o, abrindo mão dos limites, é o primeiro passo para problemas mais sérios na adolescência. 
Criança que cresce achando que tudo pode e que só terá coisas boas na vida terá mais propensão a ser seduzido por outros fatores que funcionam como “iscas” para fugir da realidade que encontrará, entre os quais a bebida e as drogas. 
Portanto, pense duas mil vezes antes de dizer um “sim” ou “não”. Em breve, seu filho agradecerá por isso.
Fonte: guiadobebe.uol.com.br

http://www.supernanny.com.br/materia_comportamento.aspx?id=44
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sexta-feira, 16 de setembro de 2011